Com os impactos que o novo Corona vírus tem trazido para diversos setores industriais, grande parte tem tido inúmeras incertezas, e uma delas, está voltada para o setor sucroenergético, que tinha como início previsto, a safra 2020/21 logo no início dos primeiros meses do ano, principalmente na região Centro-sul do Brasil.

Embora as paralisações tenham sido adotadas como medidas de prevenção à epidemia que avança disparadamente no mundo todo, por um outro lado, se espelhou também como um empecilho na disparada da nova largada.

Grande parte das usinas, tem buscado alternativas para suprir esse momento e não ter impacto em suas linhas de produção e processamento;

Um levantamento feito pelo ProCana Brasil e Grupo de Estudos em Recursos Humanos na agroindústria (Gerhai) com cerca de aproximadamente 100 usinas, aponta que muitas operações seguiram seus planejamentos conforme o planejado no quesito de processamento da cana.

Vale destacar que toda a prevenção relacionada ao vírus, não parou totalmente o setor, muito pelo contrário, mostrou exemplos de responsabilidade social e sábia administração na gestão de risco no momento afetivo da crise.

Na questão operacional, foi apontado que cerca de 10% das unidades já deram início as moendas, iniciando o seu ciclo no final de fevereiro, ao longo de março e primeiros dias de abril, porém existem outras que planejam dar início no mês de maio. ‘’As usinas pesquisadas, em sua grande maioria, já estão moendo dentro de sua capacidade instalada ou projetam crescimento no volume da cana a ser moída nesta safra, portanto possuem pouca margem de manobra para não deixar cana bisada para a próxima safra’’ afirma Josias Messias, presidente da ProCana Brasil.

Ele também destaca que a pesquisa revelou que as usinas pretendem manter as suas datas previstas por duas razões:

‘’A primeira, seria manter o cronograma necessário, para moer todo volume de matéria-prima projetado, em sua maioria com um pequeno crescimento’’, diz.

Em segundo, apesar das medidas contra a pandemia, as empresas demonstram preocupação com as eventuais consequências no decorrer da safra, tais como restrições de locomoção, afastamentos, suprimento de insumos fundamentais para a produção como cal, enxofre e produtos utilizados no tratamento de água e fermentação. A grande maioria preferiu a estratégia de manter o início da moagem como previsto, ou antecipá-lo, visando manter um fôlego para mitigar eventuais paradas ou perdas nos próximos meses, afirmou.

Dados estatísticos de Programação Moagem Safra 2020/21

Outras ações que algumas empresas vêm adotando, para reduzir os impactos que a crise pode causar são as medidas internas preventivas como o uso de álcool em gel nas frentes de trabalho, suspensão de atividades não essenciais, estratégias de home office, a fim de minimizar o problema.

‘’Temos acompanhado as medidas preventivas que as usinas têm tomado para conter essa crise provocada pela COVID-19 e vejo com muita satisfação e contentamento o desempenho dos profissionais de Recursos Humanos do setor’’ afirma José Darciso Rui, Diretor Executivo do Grupo de Estudos de Recursos Humanos na Agroindústria (Gerhai)

Possíveis impactos que essa programação pode gerar:

Um dos fatores que podem acarretar toda essa estratégia e cronograma que as usinas têm adotado são: mudanças climáticas, qualidade da cana, ociosidade nas unidades

Aproveitando a parte de produtividade, com o intuito de ajudar as usinas em suas demandas e programações relacionadas a Safra 2020/21, contribuindo para os processos de produção, listamos a nossa linha Big Telas que a muitos anos, ajudam essas usinas na sua capacidade de produção.

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Fontes: Jornalcana/Novacana